quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pra Brincar com seu filho: O monstro da bolha

O Professor Sassá ensina a fazer um monstro que solta bolhas de sabão.

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Para fazer esse bichão, você vai precisar de:
- Uma garrafa pet de 600 ml
- Uma toalhinha ou pedaço de pano
- E.V.A. nas cores laranja, verde e preto (ou que você preferir)
- Elástico
- Detergente de louças
- Uma vasilha com água
- Cola de E.V.A.
- Tesoura sem ponta


Agora, siga os passos:

1) Recorte o fundo da garrafa pet.
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2) Em seguida, corte a toalhinha ao meio.
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3) Coloque uma das metades do pano na boca da garrafa. Estique bem e prenda com um elástico. Depois, tire a tampa da garrafa. Deixe de lado um pouco.
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4) Pegue o E.V.A. laranja e recorte o corpo do monstro. O importatne é que o círculo do meio (a boca) seja igual ao da garrafa, que tem 6,5 cm de diâmetro em média (imprima o molde aqui).
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5) Com o E.V.A. verde, recorte os olhos. Depois, faça as sobrancelhas e os olhinhos com o E.V.A. preto. Cole as bolinhas pretas por cima e as sobrancelhas por baixo dos olhos verdes.
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6) Cole os olhinhos no corpo do monstro.
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7) Agora, encaixe a boca do monstro na garrafa.
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8 ) Coloque um pouquinho de detergente de louças dentro da garrafa.
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9) Mergulhe a boquinha do monstro numa bacia com água.
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PRONTO!
É só assoprar para o monstro começar a fazer bolhas de espuma.


Fonte: http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2010/04/12/o-monstro-da-bolha/

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A Cicatrização das Feridas

O ser humano é sensível por natureza. É carente de afeto, atenção e elogio. Todos querem ser reconhecidos, valorizados e aplaudidos.
As pessoas sofreriam menos se não se importassem com a opinião dos outros. Infelizmente não é assim que as coisas acontecem. Damos muita importância para o que os outros pensam de nós. É claro que um ponto de vista de quem é mais importante para nós, nos afeta mais. Se é uma pessoa mais afastada ou que não damos tanta importância, sua opinião fica em segundo plano.
Ah... Se fosse possível desligar um botãozinho em nosso cérebro e apagar os constrangimentos e as decepções que enfrentamos na vida! Seria bom demais, esqueceríamos todas as coisas que nos magoaram.
Muitas vezes pensamos que a ferida cicatrizou quando, de repente, tocamos no assunto e vemos que ela ainda dói.
Uns machucam os outros sem perceber. Sabe por quê não percebem? Porque pensam somente em se defenderem, não se importando com os outros. Essa é a pura realidade.
Se a pessoa se colocasse no lugar do outro, mudaria rapidamente seu modo de agir. Se pensasse: "se fosse eu no lugar desta pessoa, como eu me sentiria?"
Mas ninguém quer saber dos sentimentos alheios. As pessoas se colocam num alto pedestal e não querem que ninguém fique chateado com sua atitudes. Muitas vezes, ao invés de socorrer o próximo, justificam-se.
Todos os seres humanos têm sentimentos, e são sensíveis. Para que não sofram é necessário tomar atitude, devem se desligar de tudo que está lhe chateando porque nosso semelhante não vai mudar. Jamais reconhecerá que errou e jamais pedirá perdão.
Muitas coisas nos magoam na escola, no serviço, na família, mas se não nos policiarmos, acabaremos entrando em depressão facilmente. E se você cair em depressão, aí que vai ficar sozinho mesmo, ouvindo as pessoas dizerem: seja forte, reaja... como se fosse fácil reagir, ser forte, num momento de fraqueza e dor.
Cheguei a conclusão que não se pode deixar se abater a ponto de cair em depressão. Antes de chegar nesta fase (que é difícil de sair, sendo possível somente com ajuda de remédios), a pessoa tem que desabafar expor o que está sentindo, colocar para fora todos seus sentimentos e procurar se desligar daqueles que estão lhe fazendo mal.
Sabe por quê? Porque muitas vezes, as pessoas nem sabem que estão te causando esta dor, simplesmente te ignoram como se você fosse um ser de outro planeta que não tem sentimentos.
Vejo muitas pessoas sofrerem por serem maltratadas, ignoradas ou desvalorizadas.
Em contrapartida existem, também, pessoas complexadas, que entendem tudo errado e distorcem os fatos.
O ser humano é complicado demais.
Enfim, para se evitar cair em depressão, antes de tudo é necessário se policiar, ter somente pensamentos bons, se afastar de quem está lhe fazendo mal, não dar ouvidos aos maus conselhos, procurar entender que os outros, muitas vezes, são problemáticos, complexados e que não agem por mal, simplesmente têm algum distúrbio emocional em seu comportamento.
 
É comum ouvirmos pessoas, que às vezes causam constrangimento sem perceber, dizerem: "Não olhe para o homem, olhe somente pra Jesus...".
É como se dissesse "não olhe pra mim, eu fiz isto sem querer, me perdoe".
Realmente, devemos olhar somente pra Jesus porque somente Ele é perfeito e nos amou de tal maneira demonstrando um amor inexplicável, sem troca, sem interesse.
E quando olhamos para cruz e vemos Ele crucificado, não temos coragem de pedir nada para nossos deleites: nem dinheiro, nem emprego, nada material, somente conseguimos falar: PERDOE-NOS SENHOR, e obrigada pelo Seu sacrifício.
Enfim, para vivermos bem temos que perdoar e entender que todos nós somos falhos pecadores mortais.
 
Às vezes nós mesmos causamos transtornos a outrem, sem querer, e temos que estar atentos para corrigir nossos erros e constantemente devemos nos policiar para não cometermos injustiças.
Temos que ter consideração e respeito pelas pessoas que estão ao nosso lado, principalmente aquelas que nos ajudam e nos defendem.
Somente quando realmente estivermos amadurecidos, conseguiremos cicatrizar a ferida. Só o tempo apaga os constrangimentos e os abalos que passamos na vida.  
 Fonte: Suely Moyses Cufone

quarta-feira, 23 de maio de 2012

É produtivo ser feliz?

A sensação de bem estar no trabalho parece estar associada a comportamentos de sociabilidade com os colegas e clientes – o que costuma atenuar ou reduzir situações negativas nas organizações
Uma das crenças mais comuns em nossa sociedade é que pessoas contentes com a atividade profissional produzem mais. Essa ideia se reflete também nas organizações. Uma enquete recente da Associação Espanhola de Direção e Desenvolvimento de Pessoas (Aedipe), feita com executivos que ocupavam nível gerencial, descobriu que quase 87% dos entrevistados acreditam que oferecer condições para que o indivíduo se sinta satisfeito profissionalmente é uma estratégia adequada para melhorar a competitividade empresarial.

Na verdade, entre os efeitos mais estudados em relação à felicidade no trabalho está o desempenho. Tal é o interesse nessa área que alguns autoresa definem como o “santo graal” da pesquisa organizacional. A este respeito, muitos trabalhos estabelecem relação clara entre satisfação e produtividade. Um estudo conduzido pela psicóloga organizacional Despoina Xanthopoulou e seus colegas da Universidade de Creta na indústria de fast-food mostrou que os trabalhadores com maior nível de comprometimento produziam mais. No entanto, não há consenso sobre o assunto e outras pesquisas não confirmam o resultado. Um fato que complica a situação é que os indicadores utilizados para “medir” a felicidade no trabalho são muito variados. Além disso, pode não ser a felicidade que leve a melhores desempenhos – mas, ao obter sucesso profissional, a pessoa se mostre mais feliz. Parece lógico haver uma relação bidirecional entre as duas variáveis. Essa foi a questão que o pesquisador Daniel Koys, da Universidade DePaul, tentou entender melhor quando desenvolveu uma pesquisa longitudinal de dois anos. O cientista concluiu que a felicidade no trabalho se relaciona de forma positiva com o rendimento, o número de vendas e a satisfação do cliente. Parece, então, que o aspecto-chave é ser feliz para assim render melhor – e não o inverso.

Podemos pensar também que o bem-estar esteja associado à maior capacidade de encontrar soluções inteligentes para os desafios. As pesquisadoras Charlotte Fritz, professora-assistente de psicologia organizacional e industrial da Universidade de Portland, e Sabine Sonnentag, professora do Departamento de Psicologia da Universidade de Konstanz, na Alemanha, descobriram em 2009 que o bom humor garante a criatividade do dia seguinte, corroborando resultados encontrados pela pesquisadora Alice M. Isen, da Universidade de Cornell, dez anos antes.

Outro ponto importante: a felicidade no trabalho parece estar associada a comportamentos de sociabilidade com os colegas e clientes, que reforçam (e ao mesmo tempo são reforçados por) estados positivos de ânimo e humor, o que costuma atenuar ou reduzir situações negativas nas organizações. O professor Peter Warr, da Universidade de Sheffield, salienta que a satisfação se relaciona de maneira negativa com o número de faltas. Ele afirma também que a felicidade reduz o comportamento contraproducente (como não cumprir as obrigações de forma proposital, desperdiçar ou usar recursos da empresa para fins pessoais e apropriar-se de material de escritório).

Os professores Russel Cropanzano, da Universidade do Arizona, e Thomas A. Wright, da Universidade de Nevada, argumentam que as pessoas menos realizadas com seu trabalho se mostram mais pessimistas, predispostas a adotar posturas defensivas e pouco cooperativas em relação aos colegas. Em contrapartida, segundo a psicóloga Barbara Fredrickson, pesquisadora da Universidade da Carolina do Norte, emoções positivas ajudam a expandir e desenvolver habilidades e vínculos sociais. Ou seja, favorecem a aquisição e o desenvolvimento de novas habilidades que preparam as pessoas para futuros desafios.

As atitudes dele me decepcionam. O que faço?

"Mude de atitude, considere sua realidade e não as ilusões que você criou em função de suas necessidades"
É claro que não podemos responder por ninguém, mas podemos refletir um pouco sobre o assunto.
Quantas vezes você esperou que alguém tivesse uma atitude numa determinada situação e se decepcionou porque a pessoa nada fez, ou ainda, se fez, foi algo que estava longe do que esperava?

Todos nós sabemos que criar expectativas é o melhor caminho para a decepção, mas qual de nós não espera ser reconhecida, valorizada, não só por aquilo que faz, mas principalmente por aquilo que é? Sim, nós mesmas devemos nos aprovar, reconhecer e aceitar, mas há relação sem troca?
Quatro condições do bem-estar emocional

O ser humano precisa de quatro condições básicas para viver: atenção, admiração/reconhecimento, afeto/amor e aceitação.

Ao recebermos isso daqueles que nos são caros e, principalmente da pessoa amada, muitas de nossas necessidades são satisfeitas, mas quando não recebemos, nos sentimos sem valor algum e assim tudo fica vazio, sem sentido de existir.

Claro que não podemos nem devemos colocar nosso valor enquanto pessoa nas mãos de alguém, mas quem não espera um abraço num momento de dor?

Uma mão estendida quando perdida?

Uma palavra amiga quando nos sentimos fracas?

Um singelo e simples "obrigado" por tudo que se fez pelo outro?

Qualquer necessidade que temos, principalmente nossas necessidades emocionais quando não supridas, geram insatisfação, decepção, e alguns conflitos internos quem nem sempre percebemos. E quando isso ocorre é inevitável que nos sintamos desamparadas e totalmente perdidas.

O que mais queremos é que a pessoa que amamos esteja ao nosso lado incondicionalmente, que chegue o mais perto possível daquilo que esperamos e sentimos em nosso coração, e quase sempre, suas atitudes, ou a falta delas, se fazem tão distantes de nós e daquilo que necessitamos, e neste momento constatamos uma cruel realidade: estamos sós! Sós na dor, no sofrimento, na busca por uma saída ou um caminho menos doloroso. Queremos alguém que nos salve! Nos tire desse lamaçal de sofrimento. Mas quem poderá fazer isso por nós?

Muitos de nós pedimos e esperamos tão pouco, que até esse pouco algumas pessoas são incapazes de nos dar: um abraço, uma atenção, uma palavra, carinho, compreensão, apoio, exatamente num determinado momento que mais precisamos. E ao nos sentirmos sozinhas, literalmente abandonadas, entramos em desespero e começamos a cobrar, exigimos aquilo que não estamos recebendo, tornando o relacionamento insuportável para ambos. Muitas vezes nos esquecemos que cada um dá aquilo que tem.

Será que adianta pedir, implorar por algo que não veio espontaneamente?

Algumas pessoas dizem amar e sequer percebem o pedido de socorro daqueles que gritam por amor e atenção. E esse grito pode se transformar em diversas formas de amenizar uma dor, seja comendo, bebendo, dormindo, trabalhando excessivamente, enfim, tentando fugir do que tanto dói. Tudo para preencher um vazio que nada parece conseguir preencher.

Na verdade, quem não consegue se doar, ouvir o outro, é porque não consegue ouvir nem seu próprio sussurro numa noite silenciosa. Ignora o outro na mesma proporção que ignora a si mesmo. Algumas pessoas ao longo do tempo se tornam agressivas como uma forma, ainda que inconsciente, de se defenderem. Mesmo desejando uma palavra amiga, só sabem devolver agressão, talvez a mesma que receberam em algum momento de suas vidas, mas ninguém quer ser saco de pancadas de ninguém, não é mesmo?

Nem sempre o que se expressa em palavras representa o que é sentido verdadeiramente, mas como vamos diferenciar se o que foi dito é sincero ou e é apenas um desabafo de dor? Só sabemos que nos machucam! Às vezes machucam para sempre, por mais que se possa perdoar, a cicatriz permanecerá.

E assim, choramos em lágrimas e em lágrimas, acabamos por adoecer. Sentimos a dor em nossa alma e mesmo quando olhamos ao lado e vemos que há alguém, e ainda assim nos sentimos completamente sozinhas, nos sentimos mais desvalorizadas, menosprezadas e assim, mais machucadas ficamos. Nos sentimos sós no amor que expressamos, na dor que sentimos. Sós na atenção esperada e no desprezo recebido. Sofremos sim, quando esperamos atenção que nunca recebemos, em palavras que nunca se transformam em atitudes que se concretizam. E passam minutos, horas, dias e meses que se transformam em anos e continuamos a permitir que nosso sofrimento se estenda. Por quê? Pela falta de atitude do outro? Não!

Sofremos pela nossa própria falta de atitude ao aceitarmos que tal situação se mantenha. Sofremos quando somos rígidas e resistimos em mudar! Sofremos quando não temos coragem de dizer "basta"! Sofremos quando insistimos em manter um relacionamento por medo de ficarmos sós, mesmo quando já estamos sozinhas por anos. Sofremos quando não nos sentimos amadas, não recebemos atenção, não nos sentimos importantes, quando nossas necessidades e nossos sentimentos não são respeitados. Mas sofremos muito mais quando nos sentimos incapazes de dar tudo isso a nós mesmas, independente da situação externa.

Enquanto esperar que o outro enxugue suas lágrimas, te dê um abraço ou uma palavra de esperança, te faça acreditar que você é importante... e, por mais que espere, você nada recebe, pergunte-se: até quando?

Será que não está apenas estendendo seu sofrimento até um ponto em que não terá mais forças para sair de onde está neste momento?

Será que a hora de reagir não é agora?

Converse com a pessoa que ama, e se perceber que ela é incapaz de te dar o que tanto precisa, ao menos nesse momento, reavalie se alguém merece todo seu sofrimento, todas suas lágrimas, sem sequer se dar conta do quanto te faz sofrer. O outro pode, se quiser, mudar, mas não podemos nos permitir sofrer tanto, dilacerar nossa alma por quem não percebe nosso real valor.

Olhe bem dentro de você e lembre de quantas situações difíceis já conseguiu superar. Essa mesma força ainda está dentro de você! Busque-a, ainda que esteja muito escondida no meio de tanta dor. Encontre sua força, sua coragem, determinação, esperança e faça algo por você, apenas e simplesmente por você! E o outro? Aprenda com tudo que o que aconteceu, no meio de tanta dor, é possível sempre aprender e crescer!

Considere sua realidade e não as ilusões que você criou em função de suas necessidades. Afinal, você quer crescer, ser feliz ou quer continuar chorando e esperando por aquilo que está tão distante do que você deseja para sua vida? Só você poderá responder!

Fonte:http://www2.uol.com.br/vyaestelar/atitudes01.htm

Homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e para casar

Apesar da evolução dos tempos, homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e mulheres para casar. E essa diferença existe em uma proporção significativa. “Há sequelas de uma sociedade patriarcal e muitos valores perduram”, afirma o psicólogo Thiago de Almeida, especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), isso ocorre porque os valores demoram muito a mudar, apesar dos comportamentos serem alterados mais rapidamente. “Há uma valorização do marido, que em nossa cultura é visto como um capital", diz Mirian. "Isso faz com que o comportamento sexual feminino seja muito controlado socialmente. Ou seja, a honra masculina ainda está vinculada ao controle do comportamento sexual de suas mulheres”.
O terapeuta Sergio Savian diz que boa parte das mulheres ainda leva em consideração o que os homens pensam delas. “Elas estão preocupadas com o que todos pensam. Aprenderam com suas mães e avós que não podem ser fáceis. Também não querem ser alvo de fofocas maldosas”, diz Savian. Para Mirian, tudo isso é reflexo de uma cultura religiosa. “A família é vista como alicerce da vida social. Observei que em culturas mais individualistas como na Alemanha e na Suécia, por exemplo, essa desigualdade de gênero não é tão forte”, diz a antropóloga.

Sociedade de valores antigos
Por conta desse pudor, as mulheres omitem que tiveram muitos parceiros, mentem sobre o próprio desejo, fingem ter orgasmos. Para o psicólogo Thiago de Almeida, esse é um processo natural que reflete o quanto a sociedade ainda está enraizada aos valores antigos. “Mulheres costumam dizer que tiveram menos homens. Se tiveram dez relacionamentos, falam que tiveram apenas cinco. Já os homens, se tiveram três, afirmam ter tido dez”, diz Almeida.

Isso pode ser consequência do ciúme que os homens têm do passado de suas companheiras. Eles frequentemente querem saber com quantos homens elas se relacionaram e o que fizeram com eles. “Por inúmeros motivos e, dentre eles, uma descomunal insegurança masculina, eles infernizam a vida de suas parceiras”, afirma o terapeuta Sergio Savian.

Transar no primeiro encontro
Para a sexóloga Laura Muller, cada um pode viver a prática sexual como preferir, mesmo em um país conservador. “Se essa mulher conheceu um cara que vai julgá-la por ter transado no primeiro encontro, talvez seja importante avaliar se ele realmente combina com seu jeito de ser”, diz Laura. “Quando o assunto é sexualidade, não há regras. O importante é ter respeito".

Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, o homem fica mais romântico e usa artifícios que podem mascarar sua personalidade na hora de conquistar uma mulher. “Ele pode se mostrar mais moderninho logo de cara, mas depois não leva adiante aquele relacionamento por puro preconceito”, diz. Para Almeida, a mulher que busca sexo casual deve ter isso bem definido em sua cabeça para não criar expectativas, enquanto os homens precisam começar a entender que apenas o tempo mostra os reais atributos de cada pessoa. "Hoje, a principal arma feminina é saber conduzir esse tipo de situação de forma a contemplar sua própria expectativa. E agir de forma equilibrada pode ser a forma mais correta para evitar frustrações”, afirma Almeida.

Igualdade longe de ser alcançada
Para o terapeuta Sergio Savian, a moral está tão incorporada em nossa sociedade que muitas mulheres não sabem estabelecer a diferença do que realmente querem daquilo que foi imposto. A antropóloga Mirian Goldenberg acredita que, mesmo com a maior independência das mulheres, elas ainda preferem fingir que são "comportadas" para não perder o namorado ou não assustarem o pretendente. “Elas ainda se comportam de forma submissa e passiva ou se mostram mais comportadas sexualmente do que realmente são”, afirma Mirian. “A liberdade e a igualdade femininas ainda estão longe de serem alcançadas”. Para a antropóloga, é necessário fazer uma revolução cotidiana. “Enfrentar os preconceitos, os olhares de acusação e as opiniões dos outros”, diz. Para ela, quanto mais mulheres se comportarem com liberdade, mais outras terão coragem de viver os seus desejos.


Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/05/22/homens-ainda-diferenciam-mulheres-para-se-divertir-e-para-casar-dizem-especialistas.htm

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mulher de Verdade!: A Hora de Escolher Chegou, E Agora?

Mulher de Verdade!: A Hora de Escolher Chegou, E Agora?: Por que será que escolher é tão dificil e traz tantas dúvidas? Ok é bem mais fácil escolher comer um Big Mac do que comer o trivial arroz ...

A Hora de Escolher Chegou, E Agora?

Por que será que escolher é tão dificil e traz tantas dúvidas? Ok é bem mais fácil escolher comer um Big Mac do que comer o trivial arroz e feijão, muito mais fácil escolher andar com a roupa da moda do que usar aquelas roupas do tempo da vovó, tudo bem que na época dela era a roupa da moda.
Agora decidir entre os 17 e 18 anos, que garoto namorar e que profissão seguir, não é nada fácil.
Muitas vezes é dificil para o adolescente estar pronto para uma relação mais estável e madura, namorar sério implica em um amadurecimento, é uma nova experiência que você vivenciará dia a dia, vale a pena pensar se você esta preparada para encarar um relacionamento serio e isso implica em modificar totalmente sua rotina.
Agora quanto à profissão o que pesa são as pressões e expectativas, será que ser médica dá dinheiro? E moda traz sucesso? Se eu me tornar uma veterinária ou uma bióloga? Será que meus pais vão concordar com minha escolha ou vão querer que eu me torne advogada? Ufa! Quanta duvida e quantas decisões a serem tomadas, parece que crescer não é tão fácil assim, não é?

Escolher uma carreira que você terá o resto da vida chega a dar medo, e o melhor é escolher e não se arrepender.
Mas calma, pra tudo existe solução. Por que não listar as profissões que você gostaria de fazer, pesquisar cada profissão, saber sobre o campo de atuação, oportunidades no mercado de trabalho, e escolher aquela que mais se parece com você e que você sentira prazer em fazer?
 
Feito isso, conversar com um profissional da área, perguntar o que essa profissão proporciona, quais as dificuldades enfrentadas e o que significa para ele ter escolhido esta profissão poderá ajudar.
Se ainda assim você continuar em duvida, vale a pena procurar uma ajuda profissional, procure um grupo de Orientação profissional, nele você poderá compartilhar com outras pessoas suas expectativas e seus medos e quem sabe encontrar uma luz no fim do túnel.

Autor: Aline Cristina da Silva Souza
Psicóloga Clínica.