quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Bebê novo em casa....Ciúmes dos irmãos

Ciúme, manha e agressividade são reações normais quando chega um bebê na família. O filho mais velho precisa de ajuda para sentir-se seguro 

Paladino
Um novo bebê em casa muda a rotina da família inteira. De uma hora para outra, todas as atenções estão voltadas para o recém-nascido. E, se ele chega na condição de irmão, é comum a criança mais velha sentir-se abandonada, mesmo que tenha sido preparada para esse momento, acompanhando de várias maneiras a gravidez da mãe. É que só quando ela vê o bebê em casa, e toda a movimentação para cuidar dele, começa realmente a entender toda a conversa que ouviu sobre sua chegada. “O filho com menos de 5 anos costuma sentir mais ciúme e insegurança nessa hora, porque ainda depende muito dos pais. Com a presença do bebê, ele tem receio de ser passado para trás, de deixar de ser amado pelos pais. Por isso, tentará fazer de tudo para manter a atenção deles, e pode ficar agressivo e irritado com facilidade”, afirma a psicóloga Ana Cássia Maturano.

Amor e carinho
A agressividade precisa ser contida com muito carinho nesse momento. É preciso lembrar que a criança dessa idade nem sempre consegue exprimir em palavras o que sente. “Ela ainda se comunica muito com o corpo. Logo, é natural que expresse reações de forma mais impulsiva, agredindo o irmão mais novo, por exemplo”, diz a psicóloga. Nesse caso, os pais devem tentar identificar para a criança o que ela está sentindo e explicar que, embora tal sentimento seja normal, não dá a ela o direito de agredir o irmão.
Algumas crianças reagem à chegada de um bebê com uma regressão no comportamento, voltando a fazer xixi na calça ou a pedir a chupeta, por exemplo. “O Matheus, de 4 anos, e o Raphael, de 3, retomaram a mamadeira depois que o irmãozinho nasceu”, conta a pedagoga paranaense Visitación Ferreira, avó dos meninos. “Com atitudes como essa, a criança pode estar buscando a segurança e o conforto de algo que já viveu e sabe como é. Ela procura refugiar-se numa situação conhecida para se fortalecer e enfrentar a novidade. Ou talvez esteja apenas preocupada em garantir o amor dos pais, passando a agir como o bebê”, explica Ana Cássia. A psicóloga ressalta que os pais não devem valorizar esse comportamento: “A melhor resposta é reforçar os aspectos maduros da criança, incentivando-a a crescer”.

Como agir:
Algumas atitudes podem transmitir segurança a seu filho, minimizando seus sentimentos negativos em relação ao nascimento do irmãozinho.
- Se ele disser que não gosta do irmão, não se preocupe. Diga que ele não precisa gostar, pois vocês, que são pais, já gostam.
- Quando estiver cuidando do bebê, não peça ao irmão para ajudá-la, mas deixe que ele toque a criança e brinque com ela.
-  Evite mudanças em sua rotina, antes e depois da chegada do irmão.
- Não force seu filho a dar coisas para o irmão.

Fonte: Revista Crescer

domingo, 11 de setembro de 2011

Bipolar



O que é?
O transtorno afetivo bipolar era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos. Por enquanto basta-nos compreender o que vem a ser o transtorno bipolar. Com a mudança de nome esse transtorno deixou de ser considerado uma perturbação psicótica para ser considerado uma perturbação afetiva.
A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos. Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro. O termo mania é popularmente entendido como tendência a fazer várias vezes a mesma coisa. Mania em psiquiatria significa um estado exaltado de humor que será descrito mais detalhadamente adiante.
A depressão do transtorno bipolar é igual a depressão recorrente que só se apresenta como depressão, mas uma pessoa deprimida do transtorno bipolar não recebe o mesmo tratamento do paciente bipolar.

Características
O início desse transtorno geralmente se dá em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas pode começar mesmo após os 70 anos. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, iniciando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias, já com sintomas psicóticos o que muitas vezes confunde com síndromes psicóticas. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos) o que muitas vezes confunde os médicos retardando o diagnóstico da fase em atividade.


Tipos
Aceita-se a divisão do transtorno afetivo bipolar em dois tipos: o tipo I e o tipo II. O tipo I é a forma clássica em que o paciente apresenta os episódios de mania alternados com os depressivos. As fases maníacas não precisam necessariamente ser seguidas por fases depressivas, nem as depressivas por maníacas. Na prática observa-se muito mais uma tendência dos pacientes a fazerem várias crises de um tipo e poucas do outro, há pacientes bipolares que nunca fizeram fases depressivas e há deprimidos que só tiveram uma fase maníaca enquanto as depressivas foram numerosas. O tipo II caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania com depressão.
Outros tipos foram propostos por Akiskal, mas não ganharam ampla aceitação pela comunidade psiquiátrica. Akiskal enumerou seis tipos de distúrbios bipolares.


Fase maníaca
Tipicamente leva uma a duas semanas para começar e quando não tratado pode durar meses. O estado de humor está elevado podendo isso significar uma alegria contagiante ou uma irritação agressiva. Junto a essa elevação encontram-se alguns outros sintomas como elevação da auto-estima, sentimentos de grandiosidade podendo chegar a manifestação delirante de grandeza considerando-se uma pessoa especial, dotada de poderes e capacidades únicas como telepáticas por exemplo. Aumento da atividade motora apresentando grande vigor físico e apesar disso com uma diminuição da necessidade de sono. O paciente apresenta uma forte pressão para falar ininterruptamente, as idéias correm rapidamente a ponto de não concluir o que começou e ficar sempre emendando uma idéia não concluída em outra sucessivamente: a isto denominamos fuga-de-idéias.. O paciente apresenta uma elevação da percepção de estímulos externos levando-o a distrair-se constantemente com pequenos ou insignificantes acontecimentos alheios à conversa em andamento. Aumento do interesse e da atividade sexual. Perda da consciência a respeito de sua própria condição patológica, tornando-se uma pessoa socialmente inconveniente ou insuportável. Envolvimento em atividades potencialmente perigosas sem manifestar preocupação com isso. Podem surgir sintomas psicóticos típicos da esquizofrenia o que não significa uma mudança de diagnóstico, mas mostra um quadro mais grave quando isso acontece.


Fase depressiva
É de certa forma o oposto da fase maníaca, o humor está depressivo, a auto-estima em baixa com sentimentos de inferioridade, a capacidade física esta comprometida, pois a sensação de cansaço é constante. As idéias fluem com lentidão e dificuldade, a atenção é difícil de ser mantida e o interesse pelas coisas em geral é perdido bem como o prazer na realização daquilo que antes era agradável. Nessa fase o sono também está diminuído, mas ao contrário da fase maníaca, não é um sono que satisfaça ou descanse, uma vez que o paciente acorda indisposto. Quando não tratada a fase maníaca pode durar meses também.


Exemplo de como um paciente se sente
...Ele se sente bem, realmente bem..., na verdade quase invencível. Ele se sente como não tendo limites para suas capacidades e energia. Poderia até passar dias sem dormir. Ele está cheio de idéias, planos, conquistas e se sentiria muito frustrado se a incapacidade dos outros não o deixasse ir além. Ele mal consegue acabar de expressar uma idéia e já está falando de outra numa lista interminável de novos assuntos. Em alguns momentos ele se aborrece para valer, não se intimida com qualquer forma de cerceamento ou ameaça, não reconhece qualquer forma de autoridade ou posição superior a sua. Com a mesma rapidez com que se zanga, esquece o ocorrido negativo como se nunca tivesse acontecido nada. As coisas que antes não o interessava mais lhe causam agora prazer; mesmo as pessoas com quem não tinha bom relacionamento são para ele amistosas e bondosas.


Sintomas (maníacos):
Sentimento de estar no topo do mundo com um alegria e bem estar inabaláveis, nem mesmo más notícias, tragédias ou acontecimentos horríveis diretamente ligados ao paciente podem abalar o estado de humor. Nessa fase o paciente literalmente ri da própria desgraça.
Sentimento de grandeza, o indivíduo imagina que é especial ou possui habilidades especiais, é capaz de considerar-se um escolhido por Deus, uma celebridade, um líder político. Inicialmente quando os sintomas ainda não se aprofundaram o paciente sente-se como se fosse ou pudesse ser uma grande personalidade; com o aprofundamento do quadro esta idéia torna-se uma convicção
delirante.
Sente-se invencível, acham que nada poderá detê-las.
Hiperatividade, os pacientes nessa fase não conseguem ficar parados, sentados por mais do que alguns minutos ou relaxar.
O senso de perigo fica comprometido, e envolve-se em atividade que apresentam tanto risco para integridade física como patrimonial.
O comportamento sexual fica excessivamente desinibido e mesmo promíscuo tendo numerosos parceiros num curto espaço de tempo.
Os pensamentos correm de forma incontrolável para o próprio paciente, para quem olha de fora a grande confusão de idéias na verdade constitui-se na interrupção de temas antes de terem sido completados para iniciar outro que por sua vez também não é terminado e assim sucessivamente numa fuga de idéias.
A maneira de falar geralmente se dá em tom de voz elevado, cantar é um gesto freqüente nesses pacientes.
A necessidade de sono nessa fase é menor, com poucas horas o paciente se restabelece e fica durante todo o dia e quase toda a noite em hiperatividade.
Mesmo estando alegre, explosões de raiva podem acontecer, geralmente provocadas por algum motivo externo, mas da mesma forma como aparece se desfaz.
A fase depressiva
Na fase depressiva ocorre o posto da fase maníaca, o paciente fica com sentimentos irrealistas de tristeza, desespero e auto-estima baixa. Não se interessa pelo que costumava gostar ou ter prazer, cansa-se à-toa, tem pouca energia para suas atividades habituais, também tem dificuldade para dormir, sente falta do sono e tende a permanecer na cama por várias horas. O começo do dia (a manhã) costuma ser a pior parte do dia para os deprimidos porque eles sabem que terão um longo dia pela frente. Apresenta dificuldade em concentra-se no que faz e os pensamentos ficam inibidos, lentificados, faltam idéias ou demoram a ser compreendidas e assimiladas. Da mesma forma a memória também fica prejudicada. Os pensamentos costumam ser negativos, sempre em torno de morte ou doença. O apetite fica inibido e pode ter perda significativa de peso.


Generalidades
Entre uma fase e outra a pessoa pode ser normal, tendo uma vida como outra pessoa qualquer; outras pessoas podem apresentar leves sintomas entre as fases, não alcançando uma recuperação plena. Há também os pacientes, uma minoria, que não se recuperam, tornando-se incapazes de levar uma vida normal e independente.
A denominação Transtorno Afetivo Bipolar é adequada? Até certo ponto sim, mas o nome supõe que os pacientes tenham duas fases, mas nem sempre isso é observado. Há pacientes que só apresentam fases de mania, de exaltação do humor, e mesmo assim são diagnosticados como bipolares. O termo mania popularmente falando não se aplica a esse transtorno. Mania tecnicamente falando em psiquiatria significa apenas exaltação do humor, estado patológico de alegria e exaltação injustificada.
O transtorno de personalidade, especialmente o borderline pode em alguns momentos se
confundir com o transtorno afetivo bipolar. Essa diferenciação é essencial porque a conduta com esses transtornos é bastante diferente.


Qual a causa da doença?
A causa propriamente dita é desconhecida, mas há fatores que influenciam ou que precipitem seu surgimento como parentes que apresentem esse problema, traumas, incidentes ou acontecimentos fortes como mudanças, troca de emprego, fim de casamento, morte de pessoa querida.
Em aproximadamente 80 a 90% dos casos os pacientes apresentam algum parente na família com transtorno bipolar.


Como se trata?
O lítio é a medicação de primeira escolha, mas não é necessariamente a melhor para todos os casos. Freqüentemente é necessário acrescentar os anticonvulsivantes como o tegretol, o trileptal, o depakene, o depakote, o topamax.
Nas fases mais intensas de mania pode se usar de forma temporária os antipsicóticos. Quando há sintomas psicóticos é quase obrigatório o uso de antipsicóticos. Nas depressões resistentes pode-se usar com muita cautela antidepressivos. Há pesquisadores que condenam o uso de antidepressivo para qualquer circunstância nos pacientes bipolares em fase depressiva, por causa do risco da chamada "virada maníaca", que consiste na passagem da depressão diretamente para a exaltação num curto espaço de tempo.
O tratamento com lítio ou algum anticonvulsivante deve ser definitivo, ou seja, está recomendado o uso permanente dessas medicações mesmo quando o paciente está completamente saudável, mesmo depois de anos sem ter problemas. Esta indicação se baseia no fato de que tanto o lítio como os anticonvulsivantes podem prevenir uma fase maníaca poupando assim o paciente de maiores problemas. Infelizmente o uso contínuo não garante ao paciente que ele não terá recaídas, apenas diminui as chances disso acontecer.
Pacientes hipertensos sem boa resposta ao tratamento de primeira linha podem ainda contar com o
verapamil, uma medicação muito usada na cardiologia para controle da hipertensão arterial que apresenta efeito anti-maníaco. A grande desvantagem do verapamil é ser incompatível com o uso simultâneo do lítio, além da hipotensão que induz nos pacientes normotensos


 
Última Atualização: 15-10-2004
Ref. Bibliograf: Liv 01 Liv 19 Liv 03 Liv 17 Liv 13 Psychiatry Research 2001; 103: 229-235
Age of Onset of Bipolar II Derpessive Mixed State
Franco Benazzi

SÓ POR HOJE

“Só por hoje tentarei viver somente este dia e não tentarei solucionar todos os meus problemas de uma vez. Posso fazer alguma coisa por doze horas que me assustaria se eu achasse que tivesse que continuar a fazê-la pelo resto da vida.

Só por hoje serei feliz. Parece ser verdade o que disse Abraham Lincoln: "A maioria das pessoas é tão feliz quanto tenha decidido ser."


Só por hoje me ajustarei à realidade, e não tentarei ajustar tudo à minha própria vontade. Aceitarei o que o destino me reservar, e me adaptarei a ele.

Só por hoje tentarei fortalecer minha mente. Estudarei e aprenderei alguma coisa útil. Não serei um ocioso mental. Lerei alguma coisa que requeira esforço, raciocínio e concentração.

Só por hoje exercitarei minha alma de três maneiras: praticarei uma boa ação para alguma pessoa, sem que ela fique sabendo; se alguém ficar sabendo, não será válido.  Não demonstrarei a ninguém que meus sentimentos estão feridos; mas hoje não o demonstrarei.

Só por hoje serei agradável. Terei a melhor aparência possível, me vestirei bem, manterei minha voz baixa, serei cortês, não criticarei ninguém. Não encontrarei defeitos em nada, nem tentarei melhorar ou controlar ninguém, a não ser eu mesmo.

Só por hoje terei um programa. Talvez não o siga exatamente, mas o terei. Evitarei dois aborrecimentos: a pressa e a indecisão.

Só por hoje passarei meia hora tranqüilo, completamente só, relaxando. Durante essa meia hora, em algum momento, tentarei ter uma melhor perspectiva da minha vida.

Só por hoje não terei medo. Principalmente não terei medo de desfrutar do que é belo, e de acreditar que na mesma medida que dou para a vida, a vida dará a mim.”

“Se quisermos desenvolver uma atitude mental que nos traga paz e felicidade, eis o princípio: Pense e aja alegremente, e você se sentirá alegre”


Dale Carnegie (Sibyl F. Partridge)

sábado, 3 de setembro de 2011

Tristeza Materna (Baby Blues)



Baby Blues é a tristeza, melancolia pós-parto.
Na maioria das vezes surge até o quarto dia do nascimento do bebê e dura no máximo uma semana, tendo sintomas parecidos com os da depressão pós-parto.






Diferenças entre Baby Blues e Depressão Pós Parto.

                Sintomas Baby Blues
Sintomas Depressão Pós Parto.
. Primeiros dias após o parto
. Atinge de 50 a 80% das mulheres
· Lapsos curtos de memória
· Fadiga
· Ansiedade
· Inquietação
· Impaciência
· Irritabilidade
· Tristeza e choro sem nenhum motivo aparente.
. Resolve-se espontaneamente após alguns dias
. Afeta 1 em 10 mulheres.
· Choro incontrolável
· Perda de memória
· Falta de interesse no bebê
· Irritação
· Insônia
· Sentimento de culpa
· Medo de machucar o bebê ou se machucar
· Fadiga
· Tristeza constante
· Alterações de humor exageradas
· Confusão
· Falta de concentração
· Distúrbios de sono ou apetite

Mais de 80% das mulheres têm o baby blues. Diferente da depressão pós-parto, não é uma doença. A depressão pós-parto na maioria das vezes surge na sexta semana. Se um baby blues for muito intenso e se prolongar por mais de 1 mês pode evoluir para uma depressão pós-parto mais grave, neste caso a ajuda de um profissional é indispensável.
Por isso é importante acompanhar todas as mulheres na primeira semana depois do nascimento do filho.


Como lidar com o Baby Blues
1-Curta cada instante com seu bebê! Lembre-se de quanto tempo esperou para segurar seu precioso presente.
2- Descanse! Descanse! Descanse! Aproveite esse tempo com seu bebê. Deixe que os outros esperem por você. Curta ser paparicada nestes primeiros dias em casa.
3- Evite horários fixos ou rígidos, isto estressa a nova mãe. Siga o ritmo do bebê e sua própria intuição (o bebê acorda quando sente fome, você não precisa acordá-lo a cada três horas).

4- Não se esforce tanto. Limite o tempo e o número de visitas. Quando você tiver convidados, não se sinta na obrigação de ser perfeita. Se te encontrarem de camisola, o convidado não estenderá a visita.

5- Sempre que seu bebê dormir aproveite para dormir e descansar também. Esta NÃO é a hora de se preocupar em executar aquelas 40 tarefas nas quais você está pensando.
6- Alimente-se bem. Tenha lanches saudáveis à mão.
7- Hidrate-se. Seu corpo está se recuperando e quantidades extras de líquidos são essenciais para a amamentação. Beba bastante água. Sucos naturais são excelentes.
8- Economize energia. Nem todo trabalho doméstico precisa ser feito.
9- Agradeça ao papai quando ele ajudar com a casa, as refeições ou os filhos maiores, por exemplo. Reconhecer e ficar grata com a ajuda o deixará feliz.
10- Trocar carinhos, abraços e beijos com seu companheiro ajudará a manter um bom relacionamento entre vocês.
11- Seja gentil com você mesma. Dê-se bastante tempo para se recuperar.
12- Embora seja normal experimentar o baby blues, se seus sentimentos persistirem ou parecerem importantes não hesite em conversar sobre o problema com seu profissional de saúde. É importante que você tenha todo o suporte que você precisa durante este momento.
13- Ouça conselhos com paciência, você não precisa segui-los e muito menos se estressar com quem os dá. Siga seus instintos de mãe. Você sabe o que é melhor para o seu lindo bebê!
Adaptado do texto de Lois V. Nightingale, PhD
Disponibilizado pela La Leche League International

Sugestões de Livros e Filmes que abordam o assunto:

 Livro - Depois do Parto, A DorDepois do Parto a Dor - Brooke Shields
Brookie Shields conta tudo sobre a depressão pós-parto que a levou a ter pensamentos suicidas. Em 1980, quando tinha 15 anos, Shields estrelou A lagoa azul. No filme, sua personagem engravida sem querer, e quando seu filho nasce, ele intuitivamente acha o caminho do peito que irá amamentá-lo enquanto a mãe o olha com carinho e contentamento. Na vida real, a atriz não engravidou acidentalmente e ainda sofreu a mais devastadora depressão pós-parto. "Eu estava no mais bizarro estado mental", descreve Shields .
 Marley e Eu

John e Jenny tem uma filha, Colleen. Embora negue, Jenny sofre de depressão pós-parto, e tem como sintoma uma impaciência com John e Marley, desejando que o cão vá para uma fazenda. Ambos ficam na casa de Sebastian, até que Jenny pede desculpas e permite que Marley fique.

Homem Não Gosta de Discutir Relação

Segundo a pesquisadora Amanda Rose, uma das autoras do estudo, isso acontece porque eles acham que conversar sobre o assunto é perda de tempo.
De acordo com ela, o resultado é contrário ao senso comum, que diz que homens não discutem problemas por vergonha ou por medo de parecerem fracos.
A pesquisa envolveu cerca de 2.000 crianças e adolescentes, entre oito e 16 anos. Foram feitos questionários e discussões em grupo.
Quando perguntados como se sentiriam se discutissem seus problemas, os garotos não expressaram mais ansiedade ou aflição do que as garotas.
"Em vez disso, os meninos achavam que a discussão teria resultado positivo. Eles foram mais propensos a pensar que era uma perda de tempo e se sentiam estranhos", dizem os autores, na conclusão do artigo, que sairá na próxima edição do jornal "Child Development".
Já as meninas sentiam-se à vontade. Segundo Rose, elas têm tendência a falar demais sobre os problemas.
Para os autores, os achados podem ajudar a entender conflitos de relações românticas, porque, em muitas delas, as mulheres correm atrás dos homens contando seus problemas e eles só se afastam.
"Homens podem estar propensos a pensar que conversar tornará os problemas maiores, e que se envolver em atividades diferentes ajuda a distrair."
Uma saída seria os pais encorajarem os filhos desde pequenos a discutir e falar sobre sentimentos, explicando que não é uma perda de tempo.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/965961-homem-nao-gosta-de-discutir-relacao-desde-crianca-diz-estudo.shtml

Bem que homem não gosta de DR a gente já sabe, o que não sabemos é tolerar isso... Ao invés de ir juntando chatiações e escolher um dia para colocá-las para fora, sugiro expor o que não agrada sempre que isto acontecer, não adianta ficar remoendo para discutir depois..."Eles não irão lembrar" e se distrairão facilmente.